Como a queda do ditador do Sudão pode afetar os cristãos perseguidos

A queda de Omar al-Bashir, após um governo marcado por políticas brutais contra os cristãos, apresenta um futuro incerto.

Omar al-Bashir durante um pronunciamento à nação sudanesa. (Foto: Ashraf Shazly/AFP)
Omar al-Bashir durante um pronunciamento à nação sudanesa. (Foto: Ashraf Shazly/AFP)
O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, foi deposto e detido por militares nesta quinta-feira (11), após 30 anos de um governo marcado por políticas brutais contra os cristãos.

Segundo o ministro da Defesa do Sudão, Kamal Abdel Maaruf, um conselho militar administrará o país por um período de transição de dois anos e, em seguida, haverá uma eleição. Ele também anunciou três meses de estado de emergência, um cessar-fogo nacional e a suspensão da constituição.

Milhares de pessoas antigoverno saíram às ruas para comemorar a queda de Omar al-Bashir, mas grande parte dos manifestantes pediu por um governo civil e disseram que não querem uma administração liderada por militares.

Bashir comanda o Sudão com mão de ferro desde 1989, quando deu um golpe de Estado com a ajuda de militantes islâmicos. Ele é alvo de dois mandados de prisão emitidos pelo Tribunal Penal Internacional, sob acusações de genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Segundo levantamento feito pela organização Portas Abertas, o Sudão é o 6º país que mais persegue cristãos no mundo. O país intensificou a perseguição com a aplicação total da sharia (conjunto de leis islâmicas), implementada por al-Bashir após a separação do Sudão do Sul.


O governo de Omar al-Bashir foi marcado por políticas brutais contra os cristãos. (Foto: Portas Abertas)

“Sob o seu regime, cristãos e muçulmanos enfrentaram o flagelo diário da rígida sharia, que levou inúmeros pastores à prisão, fechou várias igrejas e alvejou aqueles que decidiram deixar o Islã e abraçar o cristianismo”, disse o correspondente internacional da CBN News, George Thomas.

Os cristãos sudaneses estão acompanhando com o resto do mundo os próximos acontecimentos. Embora a queda de Bashir represente uma vitória para a nação, não há garantias de que seu substituto será melhor.

“O que vem a seguir é igualmente preocupante”, advertiu Thomas. “Os líderes militares do Sudão substituíram um antigo ditador militar por outro líder militar, mantendo assim o status quo. É por isso que os manifestantes pedem uma revisão completa do governo e uma transferência pacífica de poder para as autoridades civis”.

Com a difícil previsão sobre o futuro dos cristãos no Sudão, a Portas Abertas faz um apelo para igrejas de todo o mundo: orar por este povo que há muitos anos sofre nas mãos de um governo ditatorial.

Fonte: Guiame e Portas Abertas

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Após ouvirem ex-imã muçulmano ensinar sobre fé cristã, outros imãs se rendem a Jesus

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Diretor da Missões do Novo Pacto Erik conta seis anciãos da cidade se entregaram a Jesus como seu Senhor e Salvador e decidiram segui-lo.

Ex-líder muçulmano leva outros líderes a entregarem suas vidas a Cristo. (Foto: Reprodução/Fatos)

Assim que veio a Cristo, um ex-imã começou a sofrer forte perseguição por parte de seus vizinhos e familiares muçulmanos. Mas Deus fez algo sobrenatural e através daquele homem levou todos os seis anciãos da cidade se renderam a Jesus como seu Senhor e Salvador e decidiram segui-Lo.

Tudo começou em maio de 2018, quando o ex-imã levou um grupo de novos crentes para uma conferência de treinamento cristão, quando o pior ataque a ele aconteceu.

“Enquanto ele estava fora de sua casa, três homens espancaram sua esposa grávida de três meses fazendo com que ela perdesse o bebê”, relata Erik Laursen, diretor executivo das Missões do Novo Pacto.

O diretor conta que os homens deixaram a mulher no hospital e depois voltaram para sua casa onde “roubaram tudo o que a família possuía, até os lençóis da cama”.

Após as autoridades serem comunicadas pelo ex-imã sobre o ataque, algumas noites depois, “três dos agressores se reuniram do lado de fora da casa do ex-imã e começaram a gritar como loucos possuídos”, conta ele.

Quando o ex-imã acordou na manhã seguinte, ele abriu a porta da frente e ficou surpreso ao descobrir que tudo o que lhe haviam roubado foi devolvido, exceto uma ovelha.

Outra surpresa foi que ps anciãos da cidade organizaram uma reunião para trazer a reconciliação entre a família do ex-imã e seus vizinhos muçulmanos. Os anciãos asseguraram-lhe que também encontrariam a ovelha roubada.

Pouco tempo depois, o ex-imã e seus fiéis estavam adorando em sua pequena igreja e ouviram um estrondo contra o prédio. Uma mulher estava do lado de fora, atirando pedras grandes na igreja da casa e acusando falsamente o ex-imã de tráfico humano.

Uma multidão do bairro se reuniu no local, provocando cenário incontrolável. A mulher jogou uma pedra e feriu gravemente a cabeça de um dos fiéis. Os líderes da cidade, da polícia e da mesquita chegaram para resolver a disputa.

O ex-imã explicou aos anciãos que eles estavam simplesmente lendo a Bíblia e adorando a Jesus. “Ele afirmava que a Bíblia é o livro da verdade”, quando os anciãos da cidade e os líderes das mesquitas disseram à mulher para sair.

“Foi nesse momento que Deus fez algo incrível. Ele agitou os corações dos seis anciãos muçulmanos para fazer perguntas sobre a fé cristã”, explicou Erik Laursen.

O cristão disse ao grupo que eles sabia que ele havia sido um imã e disse que sabia que eles se recusavam a acreditar que Deus poderia ter um filho, mas então ele os mostrou em seu próprio Alcorão, onde na verdade afirma que Deus é um pai.

“Eles ficaram chocados e queriam aprender mais”, lembra Erik. “Ao lerem as Escrituras, o poder da Palavra e do Espírito trouxe convicção e um espírito de arrependimento tomou conta de seus corações e se renderam a Jesus”.

“Fiquei espantado e não pude fazer nada além de orar. Eu simplesmente não tinha palavras para dizer àquele homem de Deus”, disse Erik ao tomar conhecimento daquele fato.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

 

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Reino Unido nega asilo a refugiado cristão, alegando que a Bíblia não é “pacífica”

reino unido

(Foto: Sabrina Mazzeo/Unsplash)

 Reino Unido negou asilo a um cristão convertido iraniano, dizendo que o cristianismo não é uma religião “pacífica”. O Ministério do Interior inglês, que supervisiona imigração e passaportes, rejeitou o pedido de asilo de um homem, dizendo que
alegação do requerente de que o cristianismo é “pacífico” é “inconsistente” com a Bíblia.

A carta de negação alega que os livros da Bíblia, como Levítico, Êxodo, Mateus e Apocalipse, estão “cheios de imagens de vingança, destruição, morte e violência”.

“Esses exemplos são inconsistentes com sua afirmação de que você se converteu ao cristianismo depois de descobrir que é uma religião ‘pacífica’, em oposição ao Islã que contém violência, raiva e vingança”, diz a carta.

Um especialista legal disse que é provável que essa decisão seja mais anti-asilo do que anticristã.

“O Ministério do Interior é notório por inventar qualquer motivo para recusar asilo e isso parece um exemplo particularmente criativo, mas não necessariamente um surto sistêmico de sentimento anticristão no departamento”, disse o especialista em direito Conor James.

Em uma coluna de opinião para o The Examiner, Becket Adams disse que parece haver uma “tendência no Reino Unido de funcionários do governo tomarem posições explicitamente anticristãs”.

Adams apontou para uma investigação na Grã-Bretanha onde a polícia está investigando um repórter católico que supostamente “errou” o gênero de uma pessoa transgênero.

Deportações de cristãos na Suécia

O Reino Unido não é o único país acusado de uma agenda anti-cristã. Na Suécia, Micael Grenholm escreve em uma coluna de opinião para o The Christian Post, que autoridades do governo sueco têm deportado cristãos em busca de asilo para países como o Afeganistão.

“As autoridades suecas motivam esses abusos dos direitos humanos alegando que os requerentes de asilo não são cristãos ‘verdadeiros’”, disse Grenholm.

Os suecos estão aplicando testes da Bíblia para os cristãos, com perguntas aleatórias que se não forem respondidas corretamente mostram que não são cristãos. Eles fazem perguntas como “O que Mateus 10:34 diz?” e “Você pode descrever os mandamentos?”

Micael Grenholm , que é pastor da Igreja Mosaik em Uppsala, Suécia, disse que fez um teste que incluiu estas perguntas para dezenas de cristãos suecos experientes. “Apenas 300 pessoas conseguiram obter mais de 60% de respostas corretas. Claramente, esses tipos de perguntas não mostram se você é cristão ou não”, afirma.

“O Conselho de Migração sueco defendeu o uso de questões como essas e afirmou que seu sistema está de acordo com o estado de direito, de modo que possam ter certeza de que aqueles que eles deportam não são cristãos verdadeiros. E nós provamos que eles estão errados”, disse o pastor.

Na quarta-feira passada, um relatório chamado “Investigação sobre os Processos de Asilo de Conversos Religiosos na Suécia” foi divulgado. Foi encomendado por quatro das maiores denominações evangélicas da Suécia e de autoria de vários estudiosos e advogados. Eles analisaram 619 cidadãos afegãos em busca de asilo na Suécia que são membros batizados em igrejas suecas.

O relatório mostrou que 68% deles tiveram seus pedidos de asilo rejeitados, apesar de seus pastores em quase todos os casos insistirem que sua fé é genuína.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN HEADLINES E CHRISTIAN POST

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“Estamos sendo abatidos como animais”, denunciam pastores perseguidos

Cristãos nigerianos

Líderes evangélicos fazem apelo ao presidente da Nigéria para que impeça novos massacres

 

Dezenas de líderes da igreja nigeriana se reuniram com o presidente Muhammadu Buhari, quando condenaram o massacre de cristãos no país e as mentiras propagadas pela imprensa sobre o tema.

O pastor evangélico Dacholom Datiri, presidente da Igreja de Cristo na Nigéria, disse que entregou um relatório a Buhari, que é muçulmano, descrevendo o assassinato de 646 cristãos somente no estado de Plateau este ano.

“A devastação em termos de vidas perdidas e a destruição de propriedade é inimaginável. Milhares de cristãos, pastores e membros de igrejas, foram mortos a sangue frio, abatidos como animais ou queimados até a morte. Suas casas e empresas foram queimadas ou saqueadas e as fazendas foram destruídas”, disse ele, assegurando que são anos de sofrimento.

Milhares de outros cristãos foram deslocados dentro do país ou fugiram para nações vizinhas, desde o início de 2018, enquanto o governo nigeriano não toma providências efetivas para proteger seus cidadãos.

“A narrativa é que essas pessoas são mortas por desconhecidos, ou que é um conflito étnico entre agricultores e pastores de gado da etnia fulani”, disse Datiri em seu relatório. “Todas estas versões são enganosas e deliberadamente criadas para esconder a verdade e continuar a perpetrar o mal.”

O pastor Datiri lembra que depois dos ataques muitas igrejas são destruídas, o que não faria sentido se fosse apenas uma questão tribal. “O modo de operação em todos esses ataques, como testemunham os sobreviventes, não nos deixa dúvida do uso de armamentos militares das milícias Fulani”, ressaltou.

Como prova, ele apontou para imagens de militantes empunhando armas sofisticadas, incluindo rifles AK-47, metralhadoras e granadas, que foram usados para matar cristãos desarmados.

No relatório entregue ao presidente Buhari, Datiri apontou ainda que até 38.000 cristãos foram forçados a fugir para campos de deslocados, com 30 igrejas e 4.436 casas cristãs destruídas no estado, todas no espaço de meio ano.

Emeka Umeagbalasi, presidente da Sociedade Internacional de Liberdades Civis e Estado de Direito, disse ao The Christian Post que o governo e muitas agências de notícias estão divulgando uma narrativa falsa e que o mundo não sabe o que ocorre na Nigéria.

Ele diz que se negam toda as evidências que a motivação religiosa, uma vez que o grande percentual das vítimas serem cristãos mortos, e que as igrejas foram transformadas em mesquitas pelos invasores. “Quantos agricultores muçulmanos estão sendo mortos pelos pastores de gado Fulani? Quantos lares muçulmanos foram destruídos ou queimados? A resposta é nenhum. Não gostamos de usar o termo ‘pastores Fulani’, gostamos de usar ‘jihadistas fulani’, pois é isso que eles são.”

Fonte: Gospelprime

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Mais de 400 índios se converteram após ouvir o Evangelho pela primeira vez na Amazônia

Os indígenas da tribo Yanomami, uma das mais numerosas da Amazônia, conheceram o Evangelho pela primeira vez de uma maneira inusitada. A história foi relatada pelo missionário norte-americano Larry Buckman, da organização Renew Outreach.

Em setembro de 2012, cinco jovens da tribo foram enviados por seus líderes para encontrar alguém na floresta amazônica que pudesse falar sobre o filho de Deus. “Por que eles decidiram caminhar dez dias em direção ao norte para encontrar alguém? Eles não tinham como saber que havia alguém lá. É claro que o Espírito Santo estava guiando eles”, contou Larry.

De acordo com o missionário, a comunidade Hakoma, pertencente à tribo Yanomami, era uma das mais violentas em toda a Amazônia. Embora houvesse alguns cristãos Yanomami, a área de Hakoma não havia sido alcançada. O Evangelho foi apresentado a eles pela primeira vez 55 anos antes, através dos missionários Bob e Steve.

Nos anos 1960, quando Bob e Steve visitaram Hakoma pela primeira vez, eles relataram que quase todas as pessoas estavam drogadas, tinham muco saindo de seus narizes e vomitavam. “À noite eles eram possuídos por demônios, espancavam suas esposas e abriam suas cabeças com porretes”, relatou Bob a Larry. “Eles quase nos mataram”.

Após a jornada de dez dias, os cinco indígenas chegaram ao rio Palimiú e entraram em uma vila onde dois cristãos brasileiros, Paulo e Betânia, estavam vivendo há 14 anos, aprendendo a língua e traduzindo o Novo Testamento.

Na ocasião, estava acontecendo uma celebração de batismos na igreja e sem querer os indígenas acabaram entrando na fila. Os cristãos logo perceberam que eles faziam parte da tribo violenta e ficaram com medo. Ainda assim, Paulo agiu com ousadia.

“Eu não perguntei se eles queriam Jesus; eu batizei os cinco junto com os outros”, contou Paulo. Ele e Betânia convidaram os indígenas para a casa deles e passaram as próximas cinco horas conversando.

Os homens explicaram a razão pela qual viajaram a tal distância. “Estamos cansados ​​de viver da maneira que sempre vivemos”, disseram a Paul e Bethany. “Nós estamos matando pessoas e nos drogando. Nós queremos viver uma vida diferente. Alguém nos contou sobre o Filho de Deus. Você sabe quem é?”

Paulo falou a eles sobre o Deus, Jesus e o Espírito Santo. “Vimos seus olhos brilharem de admiração sobre tudo o que dissemos”, disse Paulo, que continuou ensinando o Evangelho a eles por vários dias.

Enfrentando riscos

Quando estavam prestes a retornar para sua aldeia, os homens imploraram aos missionários brasileiros para que contassem a sua tribo sobre Jesus. No início de 2013, os dois começaram a planejar uma expedição para ir até a comunidade de Hakoma.

“Foi um tempo de muita oração buscando a direção de Deus”, observou Paulo.

Alguns meses depois, eles receberam notícias de que os membros da mesma tribo exterminaram uma aldeia inimiga e mataram cerca de 46 garimpeiros na região.

“Dezoito dias após esse massacre, em 9 de novembro de 2013, estávamos em um pequeno avião indo em busca desse povo”, contou Paulo. “Muitos nos disseram para não ir, dizendo ‘isso é suicídio’, ‘’eles são muito perigosos’”.

O grupo incluiu Paulo, Betânia e três outros cristãos yanomami que falavam diferentes idiomas. “Não sabíamos ao certo o que nos esperava; estávamos com muito medo, mas confiantes no cuidado de Deus”.

Quando perceberam que estavam no mesmo lugar em que os mineiros haviam sido mortos semanas antes, eles buscaram a Deus em oração.

“Quando levantamos nossas cabeças, vimos uma cena inacreditável. Estávamos cercados por homens, mulheres e crianças armados com arcos e flechas, zarabatanas e dardos envenenados, mas também rifles, cartuchos, relógios, tablets, celulares e roupas dos mineiros que mataram 18 dias antes”, relatou.

Paulo tirou uma foto rápida com sua câmera, mas esqueceu de desligar o flash. A multidão interpretou o flash como um sinal hostil e começou a caminhar em direção aos missionários com suas armas. “Eles miraram. Achei que nossa hora tinha chegado”, Paulo contou.

Então uma voz solitária gritou do meio da multidão. “Pare! Não os machuque. Eles são aqueles que disseram que existe um Criador”. O alerta veio dos cinco indígenas que Paulo batizou no ano anterior. “Vimos nos olhos deles a alegria com a nossa chegada”, observou Paulo.

Poder do Evangelho

Os cinco levaram os missionários para falar diante de uma multidão que estava esperando por eles. Na tarde de 9 de novembro de 2013, os missionários compartilharam a Palavra de Deus com os Yanomamis.

“Noite após noite, as pessoas estavam se arrependendo. As reuniões às vezes iam até as 5:00 da manhã. Isso aconteceu dia e noite. Eu respondi a tantas perguntas e no final tivemos outro batismo. Mais de 400 indígenas chegaram a Cristo”, celebrou Paulo.

Paulo e os outros líderes foram até um rio próximo e batizaram 162 novos cristãos e depois ministraram a Santa Ceia, usando “o beijú da mandioca e suco de açaí”.

Em novembro, a equipe começou a discutir a ideia de plantar uma igreja. Eles tinham muitos convertidos recém-batizados, mas poucos líderes maduros para orientá-los. “Precisávamos fazer alguma coisa, então escolhemos os cinco indígenas que eu havia batizado em 2012 como líderes na fé”, disse Paulo.

Fruto das sementes

Em 2014, a equipe retornou à aldeia, levando Bíblias de áudio e um pequeno projetor com o filme “Jesus” ​​na língua Chamatari, que foi exibido para 18 aldeias em dez dias.

Três anos depois, o filme chegou a alcançar 4.600 pessoas em 21 aldeias remotas. “Eles relatam que agora há cristãos em todas as regiões, em lugares onde não podemos ir”, observou Betânia . “Os indígenas estão fazendo o que não podemos. Estamos vivendo um verdadeiro avivamento no coração da selva”.

O primeiro missionário que esteve entre na comunidade de Hakoma, Bob, está impressionado com o que viu. Ele e Steve foram convidados a ministrar a Santa Ceia aos novos cristãos, 55 anos depois de terem plantado as sementes do Evangelho.

“Esses caras antigos sacrificaram tudo e mereceram ver isso em suas vidas. É incrível ver como Deus transformou essa tribo e, de alguma forma, está protegendo aqueles queridos homens que se deslocam para levar o Evangelho”, afirmou Larry Buckman. “São 200 aldeias yanomami que conhecemos. Eles planejam levar o Evangelho a cada uma dessas 200”.

Fonte: Gospel Geral

 

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Ore pela Indonésia – Terremotos e tsunami mataram quase 400 pessoas no país

 

Por G1 – 

O número de mortos deixados pela série de terremotos e pelo tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi subiu para 384 em balanço divulgado pelas autoridades neste sábado (29). O número de vítimas pode subir.

O porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio), Sutopo Purwo Nugroho, afirmou ainda que dados provisórios indicam que 540 pessoas ficaram feridas e 29 estão desaparecidas.

Feridos são atendidos nas ruas de Palu — Foto: Muhammad Rifki / AFP

Feridos são atendidos nas ruas de Palu — Foto: Muhammad Rifki / AFP
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Tremor e tsunami provocam mortes e danos em ilha da Indonésia
Jornal Nacional
Tremor e tsunami provocam mortes e danos em ilha da Indonésia

Tremor e tsunami provocam mortes e danos em ilha da Indonésia

“O governo local declarará o estado de emergência”, disse o porta-voz, em Jacarta. Ele frisou também que o mais urgente agora também é restabelecer os serviços de energia elétrica e telecomunicação na área.

“Quando a ameaça surgiu, as pessoas ainda estavam fazendo suas atividades na praia e não correram imediatamente, e se tornaram vítimas. Muitos corpos foram encontrados na costa, devido ao tsunami”, relatou o porta-voz. Para escapar das ondas, algumas pessoas subiram em árvores de seis metros.

Pessoas tentam circular em rua cheia de escombros na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFPPessoas tentam circular em rua cheia de escombros na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFP

Pessoas tentam circular em rua cheia de escombros na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFP

Tremores

Na sexta-feira (28), uma série de terremotos abalou a ilha indonésia de Sulawesi. Um deles, de magnitude 7,5, levou à formação de um tsunami com ondas até 2 metros.

A BNPB confirmou a formação do tsunami depois que vários vídeos foram divulgados nas redes sociais.

Mulher chora enquanto pessoas olham para os danos após terremoto e tsunami atingiram Palu, na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFPMulher chora enquanto pessoas olham para os danos após terremoto e tsunami atingiram Palu, na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFP

Mulher chora enquanto pessoas olham para os danos após terremoto e tsunami atingiram Palu, na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFP

Milhares de casas desmoronaram, além de hospitais, hotéis e comércios. Houve corte de energia. A cidade costeira de Palu foi a mais afetada, seguida de Donggala.

Técnicos de telecomunicações e transporte aéreo chegaram neste sábado ao aeroporto nacional de Palu, que permanece fechado para voos comerciais.

A principal cidade que dá acesso a Palu está bloqueada por um deslizamento de terra.

Mapa mostra área tingida por terremotos e tsunami na Indonésia — Foto: Infografia: Karina AlmeidaMapa mostra área tingida por terremotos e tsunami na Indonésia — Foto: Infografia: Karina Almeida

Mapa mostra área tingida por terremotos e tsunami na Indonésia — Foto: Infografia: Karina Almeida

Terremoto e tsunami deixaram mesquita em Palu em ruínas — Foto: Rifki/ APTerremoto e tsunami deixaram mesquita em Palu em ruínas — Foto: Rifki/ AP

Terremoto e tsunami deixaram mesquita em Palu em ruínas — Foto: Rifki/ AP

Resgates

Fortes tremores secundários continuam a ser sentidos na ilha. Os resgates continuam, mas estão prejudicados pelo corte de energia.

Aviões militares decolaram de Jacarta neste sábado levando alimentos e medicamentos para a região de Palu.

Homem observa danos causados pelo terremoto e tsunami em Palu, Sulawesi, na Indonésia — Foto: Rifki / AP PhotoHomem observa danos causados pelo terremoto e tsunami em Palu, Sulawesi, na Indonésia — Foto: Rifki / AP Photo

Homem observa danos causados pelo terremoto e tsunami em Palu, Sulawesi, na Indonésia — Foto: Rifki / AP Photo

Tragédia em Lombok

Uma série de terremotos em julho e agosto matou quase 500 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos na ilha turística de Lombok, a centenas de quilômetros a sudoeste de Sulawesi. Milhares de habitantes ficaram desalojados.

Shopping parcialmente destruído em Palu — Foto: Antara Foto / BNBP / via ReutersShopping parcialmente destruído em Palu — Foto: Antara Foto / BNBP / via Reuters

Shopping parcialmente destruído em Palu — Foto: Antara Foto / BNBP / via Reuters

Anel de Fogo do Pacífico

A Indonésia está em uma das regiões mais propensas a tremores e atividade vulcânica do mundo: o Círculo de Fogo do Pacífico. Cerca de 7 mil tremores atingem essa área por ano, em sua maioria de magnitude moderada.

A região, de cerca de 40 mil km de extensão, tem formato de ferradura e circunda a bacia do Pacífico, abrangendo toda a costa do continente americano, além de Japão, Filipinas, Indonésia, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico Sul.

Em 2004, um tremor de magnitude 9,1, perto da costa noroeste da ilha de Sumatra, gerou um tsunami que matou 230 mil pessoas em 14 países no Oceano Índico.

Indonésios procuram a segurança de um parque com medo de réplicas do terremoto de magnitude 7,5 que atingiu o país — Foto: Antara Foto / Rolex Malaha / via ReutersIndonésios procuram a segurança de um parque com medo de réplicas do terremoto de magnitude 7,5 que atingiu o país — Foto: Antara Foto / Rolex Malaha / via Reuters

Indonésios procuram a segurança de um parque com medo de réplicas do terremoto de magnitude 7,5 que atingiu o país — Foto: Antara Foto / Rolex Malaha / via Reuters

Destruição em Palu, região central de Sulawesi — Foto: AP PhotoDestruição em Palu, região central de Sulawesi — Foto: AP Photo

Destruição em Palu, região central de Sulawesi — Foto: AP Photo

 

Fonte: G1

 

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Informe Missionário – Maio de 2018

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Graça e paz meus irmãos, tudo bem? Escrevo para agradecer as orações até aqui. Temos proclamado as Boas Novas de Salvação em vilas, Campos de Futebol, Igrejas e comunidades de Cabo Verde, e temos visto a boa mão do altíssimo em tudo quanto tem realizado aqui.
No ministério de crianças, jovens e adolescentes, Gabriel e eu, já atendemos mais de 300 pessoas, e somos gratos à Deus pela oportunidade que Ele tem nos concedido de tocar essas vidas através do seu amor.
Já no ministério de família, Pastor Ferrari e sua esposa Samantha, têm atendido dezenas de pessoas, pregando o Evangelho, mostrando a Verdade que liberta e cremos que o nosso Deus há de restaurar essas vidas.
Obrigada por tudo até aqui e continuem orando por nós, por proteção, provisão, salvação e libertação, pois, ainda temos mais alguns dias em solo Africano, antes de regressarmos para a Missão em Portugal.
No amor de Cristo,
aida
Aida Priscila 🙂
Missionária / Missionary
+55 48 98403-7007 WhatsApp

Soli Deo Gloria

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