A HISTÓRIA DOS QUAKERS

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Em certos períodos da história, quando a igreja se inclinou perigosamente para um extremo da verdade –ao ponto de quase desviar-se completamente– Deus respondeu revelando e enfatizando o extremo oposto, a fim de restaurar aos seus, e trazê-los de volta ao seu padrão celestial. Esta resposta tem como propósito produzir um efeito oposto poderoso, capaz de trazer o necessário equilíbrio espiritual. Este princípio pode ser apreciado claramente na vida e história de George Fox e os Quaker.

 O contexto histórico

No início do século XVII, a Inglaterra se achava destroçada por intensas lutas políticas e religiosas. Como já vimos nos artigos passados, a igreja oficial e os dissidentes não conformistas disputavam pelo tipo de igreja que devia consolidar-se no solo inglês. Ambos eram protestantes, mas com enfoques radicalmente opostos, não quanto às suas doutrinas essenciais, mas quanto à forma exterior da igreja. Os anglicanos se agarravam à igreja legada pela tradição histórica, enquanto que os dissidentes queriam uma igreja mais ajustada ao modelo do Novo Testamento, até onde eles o entendiam. Tratava-se, portanto, de uma luta por coisas importantes, embora exteriores.

Muito pouco interessava, nesses dias, a experiência real e interior. A vida cristã tinha chegado a ser não muito mais que uma profissão formal de certos credos protestantes considerados ortodoxos. Tudo tinha sido reduzido à confissão exterior de um conjunto de doutrinas corretas, sem importar o seu verdadeiro impacto na vida de quem as professava. As pessoas se consideravam «justificadas» por sua adesão a um credo ortodoxo formal, e não por uma fé viva em Cristo morto e ressuscitado. Além disso, um calvinismo rígido, cansativo e intelectualizado enchia os corações de pessimismo, enfatizando grandemente a condição corrupta da natureza humana e sua incapacidade de viver uma vida livre do poder do pecado. Deste modo, justificavam-se em toda classe de vícios, e um relaxamento moral generalizada entre os assim chamados cristãos. Na verdade, o que ocorria é que muito poucos conheciam a Cristo por experiência.

Este lamentável estado de coisas se refletia em ministros e clérigos incapazes de guiar os homens que pastoreavam para um conhecimento vivo de Cristo, pois nem mesmo eles o conheciam de verdade. Enquanto isso entretinham-se em longos e acalorados debates teológicos, carentes de significação espiritual. A sua ortodoxia era correta, mas tão fria, morta e impotente como um cemitério. Entretanto, nesses dias de escasso conhecimento espiritual, Deus ia usar um homem chamado de fora de todo esse mundo religioso para começar a reverter esta situação. Seu nome era George Fox.

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 Um homem enviado por Deus

Em sua autobiografia, Fox diz que nasceu em Leicestershire, em Julho de 1624. Seu pai, um tecedor de ofício, e sua mãe, que tinha mártires entre os seus antepassados, eram considerados como pessoas retas e cristãs. Desde menino, George mostrou uma seriedade pouco comum. Quando tinha 19 anos foi convidado para uma festa com outros parentes ‘cristãos’, onde viu como alguns bebiam em excesso. Aborrecido ao perceber tanta diferença entre palavras e atos, abandonou o lugar, e a partir dali se entregou a uma longa busca espiritual. Viajou por diversos lugares da Inglaterra e conversou com ministros de todas as tendências de sua época, procurando respostas para as suas profundas inquietações espirituais. Nesse tempo se sentia envolvido por densas e terríveis trevas, mas ninguém conseguiu lhe ajudar. Isto o conduziu a um estado de desespero quase total. Tudo ao seu redor parecia morto e impotente. Os cristãos de seus dias careciam de verdadeira realidade espiritual.

Um dia, enquanto caminhava em direção à cidade de Coventry, sentiu que Deus falava ao seu coração de maneira direta, abrindo o seu entendimento. Então compreendeu subitamente que todos, sejam católicos ou protestantes, se tiverem passado da morte para a vida, são verdadeiros crentes, enquanto que quem não tem passado por essa experiência, não são, embora se denominem a si mesmos crentes.

Essa experiência de ‘abertura’, como ele a chamou, aonde a verdade chegava, já formada, ao seu coração, repetir-se-ia nos dias seguintes, e ao longo de toda a sua vida. Da mesma maneira, entendeu claramente que por ter estudado em Oxford ou em Cambridge não qualificava a um homem para ser ministro de Cristo – apesar de que isto ia contra o ponto de vista usualmente aceito, inclusive por ele mesmo até esse momento.

Depois de outra dessas ‘aberturas’, compreendeu que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens, mas no coração das pessoas. Que o seu povo é o seu templo e que ele habita neles. Não obstante, uma experiência ainda mais profunda estava por chegar. Em sua autobiografia nos conta que quando todas as suas esperanças em ministros e pregadores, e ainda em todo homem, esgotaram-se, de modo que não ficava nada exterior em que apoiar-se e nada mais que ele pudesse fazer, escutou uma voz que lhe dizia, «Há um, Cristo Jesus, que pode responder a sua condição». Então –nos diz– o seu coração saltou de gozo. Ninguém mais que Cristo podia responder ao seu coração entrevado, e isto, para que só Cristo tivesse a glória. Todos, tal como ele, estão cegados debaixo do pecado, e só Cristo pode lhes iluminar, concedendo a sua graça e poder. Só ele tem a preeminência.

Isto foi para ele, enfatiza Fox, um conhecimento experimental. A partir desse dia todos os seus sofrimentos, trevas e tentações se dissiparam. Viu que Cristo era poderoso para vencer nele todas essas coisas e ainda mais. Agora tinha a certeza de ser guardado por Cristo do poder do pecado, mediante o Espírito Santo. Todas as suas necessidades estavam satisfeitas em Cristo. Depois deste acontecimento se sentiu compelido a anunciar a todos os homens aquilo que tinha descoberto por experiência própria, e começou um aguerrido ministério itinerante. Este foi o começo das «Sociedades de Amigos», a quem seus caluniadores apelidaram «Quaker».

 Seus ensinos e conduta

Os Quaker, a partir de Fox e seus ensinos, rejeitavam todos os aspectos exteriores da religião dos seus dias, considerando-os como um formalismo vazio. Ao contrário, enfatizavam o conhecimento e as realidades espirituais interiores como o único realmente válido. Em dias de ortodoxia fria e exterior, fizeram um ousado chamado para «conhecer a verdade no íntimo». A luz interior, diziam, que mora no coração de cada crente, ensina-nos todas as coisas. Não é que menosprezassem a Bíblia, como pretendiam seus adversários, mas enfatizavam a absoluta necessidade de que o Espírito Santo a revele no íntimo. Além dessa revelação interior, as doutrinas, e ainda a própria Bíblia –diziam– carecem de significado. Tudo deve ser avaliado pela experiência interior.

Por isso, consideravam à igreja como uma entidade exclusivamente espiritual, conformada por todos aqueles que nasceram de novo; e desprezavam todos seus aspectos exteriores como carentes de significado, inclusive o batismo e a ceia do Senhor, como parte de sua reação contra o formalismo excessivo de seu tempo. Para eles, estes sacramentos eram interiores e espirituais. Além disso, rejeitavam o ministério oficial e profissional, afirmando que o verdadeiro ministério era concedido pelo Espírito, além dos títulos e ordenações exteriores. Rejeitavam, por outro lado, os templos, que em seu tempo eram considerados ‘lugares santos’, intitulando-os de ‘casas campanários’. Para eles, o verdadeiro templo eram os crentes, em quem Deus habitava em Espírito.

Quanto à vida cristã prática negava-se a pronunciar juramentos e detestavam todo tipo de simulação ou hipocrisia social. De fato, consideravam a todos os homens como iguais em dignidade, sem importar a sua origem ou condição social. Negavam-se a prestar ‘honras sociais’ a nobres ou outros títulos sociais, pois sentiam uma aversão profunda a toda forma de servilismo (não obstante, reconheciam os títulos de rei ou juiz). Jamais tiravam o chapéu diante de um poderoso ou nobre em sinal de respeito, o qual levou a muitos deles para a prisão.

Eram, além disso, pacifistas convencidos e militantes, que se negavam a usar as armas e preveniam a todos contra o uso delas, ainda a risco de serem considerados como traidores. Todas as guerras sem exceção, julgavam os irmãos, procediam das paixões humanas, de acordo com o texto de Tiago. Também se opunham ardentemente à escravidão, pois para eles todos os homens eram iguais perante Deus. Em suma, de acordo aos Quaker, todo verdadeiro cristão devia mostrar uma vida consagrada e transformada pela vida interior do Espírito.

Por outro lado, os irmãos criam firmemente na vigência de carismas espirituais. George Fox relata numerosos incidentes de cura, libertações de demônios, profecias e palavras de conhecimento sobrenatural em sua própria experiência. Não obstante, eram normalmente moderados e sérios no emprego dos mesmos, evitando qualquer excesso emocional. É interessante notar que uns cinqüenta anos mais tarde, durante o avivamento metodista, muitos quakeres sentiram saudades ante as manifestações emocionais que observavam nas reuniões de Whitefield e Wesley. Toda essa emotividade resultava alheia aos seus sentimentos, mais acostumados à quietude.

 Sua história e sofrimentos

Tratava-se de um verdadeiro protesto contra a religião formal e vazia dos seus dias. Muitos se sentiram atraídos por seus ensinos e por volta de 1652 se reuniram em Preston Patrick, ao norte da Inglaterra, a primeira «Sociedade de Amigos». Logo apareceram muitas mais em todo o país. Embora os Quaker enfatizassem a importância da voz interior do Espírito, as suas reuniões estavam muito longe de parecer-se com os cultos pentecostais posteriores. Congregavam-se quietamente, formando círculo ou dois grupos de fileiras opostas, sem nenhum tipo de ministro ou direção formal, e esperavam em silêncio até que um deles, ou talvez vários, recebesse uma palavra para compartilhar com seus irmãos. Era permitido a todos falar, tanto homens como mulheres, se isso fosse feito sob a direção do Espírito. Os Quaker criam e praticavam o sacerdócio de todos os crentes, apoiados em que todos tinham a Luz interior para os guiar.

As circunstâncias da história inglesa explicam a terrível reação que deveriam suportar. Os dissidentes não conformistas ascenderam momentaneamente ao poder durante a regência de Oliver Cromwell. Os bispos anglicanos foram exilados e por um tempo se gozou da liberdade de culto. Isto foi favorável para Fox e as sociedades de amigos, que se estenderam por toda a Inglaterra. Não obstante, o estilo confrontacional de alguns deles atraiu para eles vários problemas, inclusive com o governo relativamente tolerante de Cromwell. Acostumavam interromper as reuniões nos templos oficiais, normalmente depois do sermão, para expor os seus ensinos, provocando às vezes desordens e ataques violentos da multidão (embora nunca respondessem às agressões de seus atacantes). Em torno de 3.200 deles sofreram a prisão durante esse período, debaixo de terríveis condições e abusos, não só por interromper cultos oficiais, mas também por supostas blasfêmias, não tirar o chapéu diante de pessoas de alta classe social, e negar-se a pegar nas armas. Fox mesmo esteve oito vezes na prisão ao longo de sua vida.

Tanto homens como mulheres enfrentaram com admirável valor a perseguição, os golpes e as humilhações a que eram submetidos pelo povo enfurecido. Não retrocediam, nem se escondiam diante dos seus perseguidores. De fato, não faziam nada para evitar serem capturados e postos na prisão. Apesar de tudo, a Sociedade de Amigos cresceu e inclusive enviou missionários às reservas indígenas na América do Norte, Holanda e Alemanha.

Entretanto, o sofrimento mais intenso iria vir depois da morte de Cromwell. A monarquia foi restaurada sob Tiago II, e isto trouxe certo alívio aos irmãos por um breve tempo. Mas, mais adiante, com a publicação da «Ata de Uniformidade», em que se obrigava a todos os súditos do reino a conformar-se à restaurada «Igreja da Inglaterra», sob ameaça de penas severas, milhares sofreram a prisão e a perda de todos os seus bens materiais, pois se negaram a aceitar o decreto e continuaram reunindo-se abertamente, desafiando a proibição – a diferença dos grupos não conformistas, que continuaram adiante em segredo. Em torno de 400 irmãos morreram na prisão durante aqueles anos.

Por causa dos enormes sofrimentos que deveriam enfrentar, tal como fizeram os Puritanos, alguns começaram a migrar para a América. William Penn, filho de um famoso almirante inglês, tinha abraçado as idéias dos Quaker em 1666, e chegou a converter-se em um dos seus maiores pregadores e defensores. Este decidiu achar na América do Norte um lar livre para os seus, e começou ajudando a enviar uns oitocentos deles para Nova Jersey em 1667. Mais adiante, obteve como pagamento de uma dívida do Rei Carlos II a concessão de um grande território no Novo Mundo, que foi mais tarde conhecido como Pensilvânia, em honra a seu nome. Ali foi fundada Filadélfia, a primeira cidade Quaker da América. Um novo capítulo se abriu assim para a história dos Quaker refugiados.

Finalmente, em 1689, ditou-se na Inglaterra uma ata de tolerância, e as sociedades de amigos puderam ao fim gozar de liberdade de culto. George Fox morreu pouco tempo depois, em 1691, depois de um incansável e sofrido ministério itinerante.

 Legado espiritual

Embora os Quaker fossem muito longe em sua rejeição a todas as formas exteriores da igreja, inclusive aquelas ensinadas no Novo Testamento (com o qual se torna difícil concordar), o seu valor radica em que por seu intermédio foi restaurada a importância da morada interior do Espírito Santo, como divino Condutor e Mestre de todos os crentes.

Sua convicção de que a Escritura, as doutrinas corretas e as práticas eclesiásticas não significam muito além da vida que ministra o Espírito, continuam vigentes até hoje. Porque o conhecimento da verdade no íntimo, por revelação do Espírito, é vital para a vida dos crentes, tão individual como corporativamente. As coisas exteriores devem sempre ser a expressão das realidades exteriores e espirituais. De outra maneira, tornam-se vazias e mortas. Na Inglaterra de seus dias esse era o caso e por isso reagiram com tanta ousadia.

Era necessária uma restauração, e para isso deveriam começar com o essencial. Tornou-se fundamental redescobrir a Cristo de uma maneira experimental. Só assim o pecado, a religiosidade e a morte que imperavam em seu tempo podiam ser revertidos. Por isso, os Quaker levantaram o estandarte do testemunho para recordar que Cristo não habita nas doutrinas corretas, nos templos e nos ritos exteriores, mas no coração dos crentes, ministrando-lhes a sua vida, poder e direção para vencer em todas as coisas. E, se inclinaram demasiadamente para um extremo da verdade, se deve, sobretudo, a que o Cristianismo de seus dias se inclinou mortalmente para o extremo contrário.

FONTE; http://www.aguasvivas.ws/revista/54/espigando.htm

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Informe Missionário – Outubro 2017

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Graça e paz meus irmãos e amigos,

É com muita alegria e gratidão ao Senhor da seara que vos escrevo, para compartilhar daquilo que o nosso Deus tem feito nesse nosso tempo de missões no oeste dos Estados Unidos.

Para honra e glória do Senhor iniciamos um pequeno grupo de estudo bíblico na casa onde moro, e temos tido um tempo muito abençoado de comunhão e de crescimento no conhecimento do nosso Deus. Contamos com as suas orações, que o nosso Deus traga mais pessoas ao grupo, que Ele venha falar aos nossos corações e que sejamos cada dia mais parecidos com Cristo através dessa caminhada de discipulado.

Com relação ao ministério de adolescentes e jovens do qual sou responsável na igreja, temos avançado e para honra e glória do Senhor, prosseguindo em conhecer cada dia mais o nosso mestre. Durante a semana tenho 3 cultos dos quais dirijo, dois aos domingos e um na quarta-feira.

Depois de orar e pedir a orientação do Senhor, comecei um estudo sobre os atributos de Deus com os jovens, e para minha surpresa muitos deles não tinham conhecimento sobre os atributos que temos estudado.

Peco oração pela vida de cada um deles, que Deus traga salvação e transformação para essas vidas, que eles venham crescer no conhecimento do nosso Deus e que tenham fome pela Palavra de Deus, a Bíblia.

Começamos um Projeto com o futebol também, no qual sou treinadora e temos tido visitas de não cristãos aos treinos, peço oração por esse projeto. Que Deus use esse ministério com o esporte afim de que muitos que não o conhecem, venham o conhecer. E que os jovens da igreja sejam testemunhos vivos da transformação que somente o nosso Deus é capaz de fazer no homem.

Gostaria de pedir oração pela irmã Nayeli, senhora com quem eu moro, pois, ela trabalha em dois empregos em outra cidade, e a distancia é de aproximadamente 1 hora da nossa casa. Ela está fazendo algumas entrevistas e procurando um emprego em Ogden na nossa cidade. Que Deus abra essa porta e em breve possamos testemunhar daquilo que nosso Deus irá fazer em sua vida profissional.

Peço oração também pela próxima quinta-feria dia 05/10, pois será o meu aniversário e estamos planejando uma festinha no nosso pequeno grupo de estudo Bíblico. Que Deus me oriente na mensagem que irei compartilhar e nas pessoas que serão convidadas. Que tenhamos um tempo de bênçãos juntos.

Com relação ao aprendizado e aperfeiçoamento do meu inglês, também gostaria de contar com as suas orações. Tenho ministrado a Palavra em inglês, e me comunicado em inglês também. Que Deus possa me dar sabedoria do alto e me capacitar cada vez mais no domínio da língua.

Pedimos oração também pelas famílias afetadas pelos furacões, e também por aqueles que perderam os seus  no tiroteio que ocorreu em Las Vegas. Deus traga consolo e salvação ao povo americano, bem como para todos os países vizinhos que foram afetados pelos furacões e terremotos.

No mais amados irmãos e amigos, peço oração também pela provisão e recursos financeiros para esse meu tempo aqui até o mês de Janeiro. Que Deus levante mantenedores e intercessores, que possam prosseguir comigo nessa missão.

Obrigada pelas orações de cada um de vocês e pelas suas ofertas, que o nosso Deus na sua infinita riqueza e glória possa recompensar a todos vocês de maneira abundante.

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que também sejamos capazes de consolar os que passam por qualquer tribulação, por intermédio da consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.” 2 Coríntios 1:3-4

Em anexo fotos dos Projetos Missionários.

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No amor de Cristo,

Aida Priscila 🙂

Missionária / Missionary

+55 48 8403-7007 WhatsApp

http://www.alivioemjesuscristo.com

Soli Deo Gloria  

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Viagem Missionária – Guiné Bissau – 2017

Guine Bissau

Guiné Bissau tem um sido um país com grande potencial em Deus para se tornar uma nação de referência para todo o continente Africano, isso porque Guiné Bissau foi um dos países mais pobre do mundo, quando chegamos para trabalhar em 2010 ele ocupava o terceiro lugar na lista, hoje está em décimo lugar, tudo essa mudança, diz respeito a um chamado de Deus para Guiné Bissau diante de todo o continente Africano, muitas empresas, associações, organizações e projetos tem investido em Guiné para trazer uma mudança para toda a nação em todos as áreas da sociedade.

Ano após ano desde 2010 temos ido a Guiné Bissau, sempre com uma nova equipe de voluntários, acreditando que quando o Evangelho chega em um lugar, ele traz transformação, e isso tem sido muito real nos dias de Hoje.

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Temos visto grandes mudanças nas leis do país sobre criança, adolescentes, mulheres, família, governo, educação, comunicação e muitas outras áreas. Deus está fazendo.

Venho te convidar a fazer parte dessa nossa próxima viagem, indo, orando, contribuindo.
NOSSOS OBJETIVOS NESTA VIAGEM

  • Servir a Igreja local com treinamento
  • Evangelismo (com crianças)
  • Implantação Projeto Casa Vivva
  • Seminário de Intercessão
  • Discipulado com Professores
  • outros

NOSSA EQUIPE

Nossa equipe está sendo formada por um grupo de pessoas com uma grande diversidade, missionários, professores, profissionais da área de ajuda, pessoas com um coração disposto a servir.

NOSSO DESAFIO FINANCEIRO

  • Despesas de viagem R$ 4600,00 passagem + $ 1.000,00 para despesas (Translado, hospedagem, alimentação, outros

PROJETO CASA VIVVA

Nosso projeto tem como objetivo trabalhar com os meninos talibés, na idade de 3 a 17 anos, sendo uma casa de passagem, onde estaremos dando todo apoio a esses meninos juntamente com o governo, com o objetivo de formar uma geração para transformar uma nação.

Nosso desafio financeiro para o Projeto é de $ 6.000,00 Dólares, para a construção de um refeitório para que possamos atender 100 crianças por dia com alimentação e atividades educacionais durante o dia, precisamos muito de sua ajuda.

Viajaremos dia 30 de outubro e ficaremos até 2 de dezembro, alguns estarão voltando para o Brasil e outros estarão ficando para trabalhar diretamente com o Projeto Casa Vivva e também com projetos de desenvolvimento comunitário.

Faça parte de projeto, dessa viagem, seja um intercessor, seja um mantenedor, vamos juntos?

Motivos de Oração

  • recursos para as passagens
  • passaporte e vistos
  • doações que precisamos levar para serem usadas com os meninos
  • formação de equipe centralizada em Cristo

Dados para Contribuição : Robson Oliveira da Silva, Banco Itaú Agência 0941 Conta Poupança 58712-3/500 CPF 082.238.797.27

Watts 041.995869087

Campanha – Oferta única – R$ 50,00  https://www.facebook.com/groups/1819652088286316/

Obrigado

robson e adriana

Robson Oliveira é missionário na empresa JOCUM CCL – Centro de Capacitação de Líderes , casado com  Adriana Galucio Oliveira e moram em Piraquara/PR

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SOMALIAA Somália ocupa o 2º lugar entre os países que mais perseguem cristãos. Mergulhada em uma guerra civil sem fim, fragmentação social, tribalismo e radicalismo, a Somália está mais uma vez no topo dos 10 da Lista Mundial da Perseguição e, de fato, apenas a um ponto de distância do líder, Coreia do Norte. O país está na Lista desde 1993.

Na Lista de 2016, o país ficou em 7º lugar. A pontuação mais alta é devido ao aumento de incidentes violentos: na área rural, os cristãos são alvo da impunidade contra jihadistas e autoridades dos clãs que os atacam. Além disso, em todo o país, a família, a comunidade e as autoridades visam aos cristãos, sobretudo ex-muçulmanos. Segundo a Constituição somali, o islã é a religião do Estado e qualquer propagação de outras religiões é proibida.

O islamismo está firmemente estabelecido. A sociedade somali é baseada em clãs. O sistema tribal da Somália, como modo informal de governo, é muito resistente aos modelos modernos de governo e mais potente do que a estrutura de Estado formal, como é conhecida dentro de padrões do Ocidente. Desde a queda do presidente Siad Barre, que governou o país de 1969 a 1991, a nação se tornou um porto seguro para extremistas islâmicos.

Os cristãos ex-muçulmanos enfrentam enormes problemas, e seus assassinatos são comuns.

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Fonte : Mcm Povos

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Missões e Adoração – Ministério de Bob Fitts

Bob FittsO cantor e compositor americano BOB FITTS foi um dos principais destaques do ministério de louvor e culto dos Estados Unidos.

O californiano Bob Fitts esteve envolvido no ministério do culto há mais de uma década. Mas seu último álbum ‘Proclaim His Power’ para Hosanna /integrity Music foi algo especial. Cross Rhythms escreveu em seu Pick Of The Pile que “se amamos as orações Bob pronunciar” Song Of Deliverance “e” Let It Rain “, então o Senhor enviará de suas músicas da sala do trono que vão curar nações, músicas Isso quebrará os poderes da escuridão, canções que irão encabeçar o avivamento do Espírito Santo que vai agarrar esta nossa nação carente e necessitada “.

Bob Fitts é o mais velho de uma família cristã de sete filhos. O pai de Bob era um ministro batista que fazia uma boa viagem, país amado e ocidental, e até fez um registro! O pai de Bob também era um guerreiro de oração e foi com esse cenário aos seis anos que Bob deu a vida a Jesus Cristo.

Bob cresceu na Califórnia e no final dos anos 60 / início dos anos 70 estava muito envolvido em todo o Movimento de Jesus e o desenvolvimento inicial da Capela do Calvário, que ele lembra ter começado em uma tenda! Aos 17 anos, Bob teve um encontro com o Espírito Santo. “O espírito tomou o que era minha compreensão limitada do que era um cristão e mudou radicalmente minha vida”, diz Bob. “Eu guiei o culto na Capela do Calvície do Riverside por um tempo e então comecei a trabalhar em outra comunidade local onde eu me esforcei para trabalhar com algumas questões que precisavam ser resolvidas na minha vida. Deus realmente me desafiou. Foi um dos pontos de inflexão na minha vida.”

No que diz respeito à escolaridade e treinamento musical, Bob foi a uma escola cristã que, na época, era muito o lugar “acontecendo”. Foi durante esse período que ele conseguiu ver que ele precisava de ajuda para melhorar seus vocais e, por isso, foi aconselhdo por Chris Badey, que também trabalhou com muitos cantores contemporâneos na Calvary Chapel naquela época. Bob passou a fazer estudos teológicos como seu tema principal e também desenvolvimento vocal e cursos de composição.

Bob foi então convidado a trabalhar como líder de adoração / pastor de jovens de uma igreja na Califórnia, mas não estava muito seguro de aceitar isso. Deus, no entanto, desafiou-o a fazer este trabalho, e ele decidiu ir para ele, que ele lembra desfrutar completamente por cerca de sete anos.

“Durante este tempo, Deus começou a sobrecarregar meu coração com uma compaixão por outras nações. Uma noite em um sonho, vi uma mulher brava vindo até mim e começou a me gritar sobre pessoas que estavam morrendo de fome pelo evangelho, pessoas que não o faziam Tenho as bênçãos e os recursos que faziam parte da minha vida. Senti que Deus estava me dando uma mensagem clara de que eu deveria levar a cura de Deus para as nações. Deus quis usar-me de uma maneira que mostre às pessoas seu coração de compaixão através de Pessoas em missões, usando e coordenando os recursos disponíveis e transformando-os em maneiras construtivas de ajudar os outros de outras nações “.

Foi através desse sonho que, eventualmente, Bob sentiu Deus chamando-o para se juntar a Jocum (a Youth With A Mission) no Havaí, onde ele e sua família foram em 1981. Inicialmente, eles não tinham um papel particular, mas passaram algum tempo de descanso. Isso não durou, ele logo descobriu que ele estava começando a se envolver em ajudar com a Escola de Treinamento Discipulado. Bob estava no ponto de perguntar e questionar o que ele estava fazendo com a música em sua vida? Naquele momento, ele escreveu a música “Pai do céu” (Bendito seja o Senhor Deus Todo-Poderoso), enquanto estava em uma barraca de café, sentindo-se bastante abaixo, depois de deixar a Califórnia com toda a família e amigos.

Ao redor dos Jogos Olímpicos de 1984, Deus falou com o Bob cada vez mais prolífico e encorajou-o em seus esforços. Bob gravou um álbum solo chamado ‘Take My Healing To The Nations’, que eventualmente foi divulgado mais adiante por Scripture In Song. Dale e Dave Garratt desempenharam um papel fundamental na vida de Bob neste momento e enfatizou que eles também eram pessoas-chave no desenvolvimento da área de louvor e adoração. Bob viajou com eles no ‘Sound Of Joy Tour’ para a Austrália, a Europa e outros lugares do mundo.

Explica Bob: “Meu tempo em JOCUM começou a mudar e a evoluir, enquanto os outros ao meu redor me encorajavam a assumir um papel muito maior no campus. A visão que eu tinha sido dada por Deus de tomar ‘Cura às Nações’ surgiu com O desenvolvimento da International School Of Worship, que fui iniciado inicialmente, mas que já consegui treinar outros para assumir o cargo de equipe de trabalho. Isto não era apenas desenvolver musica e adoração, mas desenvolver um coração para a missão e uma compaixão por Outras nações do mundo que precisam de ensino e ajuda para construir suas nações “.

Perguntei a Bob sobre duas de suas músicas mais queridas. “Eu escrevi” como adoramos em sua presença “em conjunto com Cathy Carter. Na época, estávamos lutando para resolver as manifestações sobrenaturais de Deus. Por que foi isso?
Por que, às vezes, Deus curou e às vezes não o fez? Concluímos que não precisamos saber, que o mais importante é que adoramos primeiro, Deus então “habita nossos louvores” e há “cura” em suas asas. Eu escrevi “Ele é Adorável” em uma ocasião em que estávamos organizando presentes secretos especiais uns aos outros, mas eu não tinha muito no caminho das finanças, me senti totalmente inadequado e Deus disse que dê o que você tem. Então eu escrevi essa música para mostrar meu apreço pela amizade! Se amamos o Senhor, nosso amor uns aos outros deve ser expresso, não podemos amar a Deus e não aos nossos semelhantes! ”

1994 é um momento de transição para Bob e ele se sente um pouco como Abraão – confiando em Deus, mas sem saber exatamente onde Deus o deseja. Ele sente que o Havaí é definitivamente uma ponte para a Ásia e outras áreas chaves em todo o mundo e ele está esperando o Senhor para sua direção futura.

Por fim, perguntei a Bob o que mais ele tinha no coração dele que queria expressar. Dois pensamentos claramente definidos estavam no topo da mente de Bob que sentia fortemente sobre:

Em primeiro lugar: “A força de Deus é perfeita nas nossas fraquezas! Quando viajei a Nashville para a recente gravação de ‘Proclamar o Seu Poder’, eu estava viajando pelo mundo há algum tempo – eu estava fisicamente, emocional e espiritualmente cansado e questionado O que estava acontecendo. No final da gravação, eu sabia que só poderia ser Deus quem havia transformado um conjunto de circunstâncias em que me sentia fraco em uma situação em que a força de Deus tinha sido perfeita e um milagre aconteceu – a gravação era ótimo!”

Em segundo lugar, ele ressaltou que somos ambos de ilhas, ou seja, Havaí e Reino Unido. Bob estava nos encorajando aqui no Reino Unido a perceber que fomos um recurso para outras nações. “Eu acredito que aqueles envolvidos como líderes de adoração e nas áreas de adoração aqui no Reino Unido têm” ensinado profundamente  “as pessoas de outras nações de uma maneira que os britânicos não percebem. Deus criou os britânicos ricos em recursos e você precisa Continue a compartilhar e ampliar essa ajuda a outras nações no futuro, como você já fez no passado!

Fonte: Cross Rhytms UK

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Formanda desafia administradores que queriam remover Jesus do discurso

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Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.

Mas qualquer que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus. (Mt 10:32-33)
Num mundo onde muitos cristãos preferem ficar no anonimato , por vergonha ou com medo de retaliação, uma jovem americana, chamada Moriah Bridges resolveu “comprar essa briga” com os administradores da escola em razão da sua fé.  A graduada do ensino médio desafiou os administradores da escola depois que eles  declararam para ela remover Jesus do seu discurso

A graduada do ensino médio, Moriah Bridges  desafiou os administradores depois que eles declararam remover Jesus do seu discurso .

Nos últimos anos, tem havido uma tendência perturbadora em escolas em toda a América, onde funcionários da administração tentaram silenciar aqueles que querem falar sobre sua fé cristã. O último exemplo dessa repressão das crenças cristãs ocorreu na Beaver High School, em Beaver County, Pensilvânia, onde os funcionários da escola tentaram impedir que um aluno inclua referências a Deus em seu discurso de início, informou Faithwire. Inicialmente, a administração pediu a  Moriah Bridges  “remover todas as referências religiosas” de seu discurso de formatura , incluindo as palavras “Deus”, “Senhor” e uma oração que ela incluiu.

Efetivamente, eles queriam que ela silenciasse Jesus. No entanto, o plano da administração falhou, porque quando Bridges realmente deu o discurso em 2 de junho, ela desafiou a administração e incluiu uma referência bem-redigida a Jesus Cristo. “Sempre fui uma seguidora da regra”, disse Bridges no final de seu discurso.

“Quando eles disseram não mastigar chiclete, eu não mastiguei chiclete. Quando eles disseram não usar seu celular, eu não usei meu celular. Mas hoje, com o espírito de desafiar as expectativas, e talvez a última vez neste pódio, eu digo: “no nome justo de Jesus Cristo, Amém”.

Essa linha atraiu saudações maciças e aplausos da platéia conforme o vídeo abaixo:

 

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Jihadistas fuzilam 26 cristãos no Egito, incluindo crianças. Ataque foi contra ônibus que visitava monastério


por Jarbas Aragão

Jihadistas fuzilam 26 cristãos no Egito, incluindo crianças

 

Nesta sexta-feira (26) três ônibus cheios de cristãos que se dirigia ao mosteiro de São Samuel, na província de Mínia, foram atacados por jihadistas. Segundo as agências internacionais, eles metralharam o veículo, matando pelo menos 26 pessoas, incluindo várias crianças.

Os atacantes não foram reconhecidos até agora, mas as autoridades admitem que foi um ataque terrorista. O porta-voz do Ministério da Saúde egípcio, Jaled Muyahid, lamentou as mortes e explicou que entre os feridos, sete estão em estado grave.

Segundo os sobreviventes, um grupo de homens armados disparou várias vezes contra os veículos que transportavam cristãos coptas para uma visita escolar ao mosteiro copta. Os jihadistas estavam em quatro veículos, que começaram a rodear os ônibus e a metralhá-los.


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Os primeiros relatos são conflitantes, com o número de vítimas variando de acordo com a agência.

Porém, a mídia egípcia ouviu o relato de um líder da igreja copta, que conta uma história mais sangrenta que a divulgada pelas autoridades.

Segundo ele, 40 crianças estavam sendo transportadas nos ônibus e apenas três sobreviveram. O que elevaria o número de mortos para pelo menos 37.

O presidente egípcio, Abdel Fattah Al-Sisi, convocou uma reunião de emergência para tratar de segurança após o ataque. O país ainda vive o “estado de emergência” convocado por ele após os ataques a igrejas na Páscoa, que deixou dezenas de cristãos mortos.

O ataque contra os ônibus ocorre apenas alguns dias após a embaixada norte-americana ter alertado sobre uma “ação não especificada” de grupos terroristas.

O Estado Islâmico vem promovendo uma guerra contra os coptas egípcios, que são cerca de 10% da população.

Desde o final do ano passado, promoveram numerosos atentados nos últimos meses, tanto contra grupos quanto contra indivíduos, tendo deixado claro em vídeo divulgado na internet que seu objetivo é exterminar o cristianismo do país.

Fonte: Gospelprime

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